Três refinarias, três histórias

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Três refinarias, três histórias
“O petróleo é nosso”! Nos anos 50, Monteiro Lobato, levantou a questão do petróleo no Brasil, por conta desse assunto chegou perto da crucificação … Ter tal pensamento era a entrada para o proibido e proscrito partido comunista, o que no pós guerra tornava o cidadão indesejável e discriminado. Os americanos sustentavam a tese de que no Brasil inexistia o “ouro negro”, denominação jocosa do petróleo bruto…
 
Hoje, todos sabemos juntamente com os “gringos”, que petróleo existe no Brasil em quantidade suficiente para nos tornar autossuficientes, inclusive com a adição do álcool brasileiro. A Petrobras, empresa estatal que trata do assunto do petróleo desde sua prospecção, refino, transporte marítimo e distribuição ao consumidor final, figura entre as quatro maiores empresas do gênero do mundo. Apesar da sua administração ser estatal, tendo seus diretores, do presidente aos dos principais setores nomeados pelo presidente da república de plantão. Assim sempre foi, está sendo, e assim continuará… A questão da refinaria de Pasadena-EUA, na sua compra pouco ortodoxa na sua formula-preço, representa um assunto corriqueiro no chamado “poder público”, que tem o poder e o dinheiro juntamente com a legislação adequada e própria, através de medidas provisórias. Num passado não tão distante, governos autoritários, resolviam essas coisas na base do Decreto Lei e Atos institucionais! Agora é medida provisória…
 
No capítulo das refinarias, o recente escândalo de Pasadena, tira do foco assunto similar consubstanciado na tomada da refinaria boliviana da Petrobras, surrupiada de nós pelo poderoso presidente Evo Morales da super potencia Bolívia, ato e fato aceito pelos nossos governantes. A outra, de Abreu e Lima em Suape, apoiada pelo fanfarão Hugo Chavez, que ali jamais depositou um centavo de real, super faturada em todos os momentos, supera o prejuízo das outras duas aos cofres da Nação! Esse valor já passou dos 10 bilhões de dólares…
 
Hoje comprei um ar condicionado “Split”, ao fundo da nota fiscal , lê-se o percentual do imposto que eu paguei pelo objeto, e que foi 25%! A Lei obriga o vendedor a declarar aquela importância descontada dele e paga por nós… O que se conclui é que 25% sobre todas essas vendas praticadas no Brasil, cria-se um fundo para gastos governamentais infinito. O problema é que o povo, que paga, não sabe disso e continua pagando gasolina das mais caras do mundo.
 
A propósito, amigo meu que mora em Miami-EUA, comprou um eletrodoméstico por lá, e pagou 6% de imposto, que eles chamam de “TAX”! já pensou?


Fonte: AFCP

 
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