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Nesta terça-feira (28), o açúcar voltou registrar uma recuperação depois da grande desvalorização de segunda-feira (27). Em Nova York, no vencimento março, a commodity foi comercializada a 15,08 centavos de dólar por libra-peso, uma valorização de 28 pontos. Em Londres, o açúcar fechou no mesmo vencimento a US$ 408,50 a tonelada, US$ 6,00 a mais do que os preços praticados na véspera.

Apesar da reação, o cenário continua de baixa, segundo os analistas ouvidos pelo jornal Valor Econômico de hoje (29). "O horizonte para os preços é negativo por conta das previsões de superávit global de açúcar, com a abundante colheita de cana no Brasil, na Índia e na Tailândia. A produção mundial de açúcar deve superar a demanda em 4,7 milhões de toneladas na atual safra 2013/14, segundo a Organização Internacional do Açúcar (ISO, na sigla em inglês)", disseram.


Já o mercado interno seguiu em alta ontem. Segundo os índices medidos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq), os contratos em SP foram fechados a R$ 49,94 a saca de 50 quilos, alta de 0,34%. Porém, no acumulado no mês, a retração é de 2,85%, de acordo com os pesquisadores do Cepea.

"A sustentação dos valores vem da demanda por açúcar cristal um pouco mais aquecida no mercado spot do estado de São Paulo na última semana, elevando o número de negócios, que envolveram maiores quantidades em casos pontuais. A desvalorização do produto desde a primeira quinzena do mês, consequência da flexibilidade das usinas em baixar os valores das ofertas, pode ter atraído consumidores, estabilizando, assim, os valores atuais", concluíram.

Etanol

O etanol hidratado, conforme dados da Esalq/BVMF, caiu 0,08% ontem. Os negócios foram firmados pelas usinas paulistas a R$ 1.218,50 o metro cúbico do biocombustível, usado nos tanques dos carros flex ou originalmente a álcool.

Fonte: Agência UDOP de Notícias
 
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